Por que minha empresa precisa ser data driven?

Para refletir sobre esta pergunta, basta você fazer a seguinte reflexão: você decide com base no que você acha ou com base em dados e fatos?

Escrito por: Equipe de conteúdos Flip

A coleta e o tratamento de dados podem ajudar seu negócio. Atualmente, ser data driven é crucial para se obter sucesso. Se ainda não tem familiaridade com o conceito ou quer entender melhor do que se trata, este artigo foi feito sob medida para você.

Direto ao ponto

Neste artigo você aprenderá um pouco sobre Business Intelligence, KPIs, data driven design, big data e em como a análise das informações que estão sendo deixadas de lado podem dar uma guinada nos ganhos e progressos da sua empresa.

Você sabia que mais de 80% das organizações acreditam que os dados devem estar no coração de tudo o que fazem? É o que aponta um relatório recente da Ernst & Young (EY). Apesar disso, a vasta maioria dos empreendimentos segue armazenando e ignorando informações valiosas em silos digitais.

“Os dados transformados em informações auxiliam as empresas na tomada de melhores decisões, a resolver problemas, acompanhar o desempenho dos negócios, aprimorar os processos e a entender os clientes e o mercado de atuação”.

Realidade em praticamente todos os negócios, os sistemas digitais facilitam intensamente a coleta de dados. Entretanto, em tempos passados, não muito distantes, para avaliar os públicos de rádio e TV, por exemplo, era necessário efetuar investigações de marketing para então conseguir dados mais precisos. Afinal, os aparelhos ainda não “escutavam” as pessoas. Sabe o trabalho feito pelo Ibope? Era algo do tipo.

Evolua o seu negócio com o poder dos dados

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Em programação, código é como mágica. E é aí que está a diferença do digital. O usuário não precisa adquirir ou fazer nada no seu domínio, uma simples visita permite que você tenha acesso a todos os seus comportamentos. Todos mesmo. Seja qual for a ação que o usuário executa dentro de um sistema, ela pode ser lida. Isso significa que qualquer serviço utilizado está baseado em um sistema. Tudo é medido. Esta premissa pressupõe que podemos coletar qualquer tipo de comportamento do consumidor.

Somos todos geradores de dados

Os seres humanos são geradores de dados em potencial. Qualquer que seja nossa conduta, deixamos rastros de dados por aí.  É possível saber quase tudo sobre o comportamento humano. Então, é aí que a estratégia de data analytics entra em cena.

Quando entramos em um site é possível identificar de qual página viemos, quais acessamos, quanto tempo permanecemos em cada uma delas etc.. Percebe como observar a experiência dos usuários fornece possibilidades diversas para se pensar em soluções estratégicas?

Vivemos em uma cultura pervasiva do marketing, que estuda sobre uma marca, empresa e seu público consumidor. Apesar disso, temos à disposição numerosas informações dos usuários, o que torna possível uma tomada de decisões baseada em dados. Isso funciona tanto para desenvolver uma tecnologia, quanto um produto ou estratégia. Aliás, também se pode evoluir produtos constantemente tomando como base essa metodologia. 

Construa a sua cultura de análise de dados

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Compreendendo os consumidores com Business Intelligence

Segundo o McKinsey Global Institute, organizações norteadas por dados têm 23 vezes mais chances de adquirir clientes. Reter esses consumidores se torna seis vezes mais fácil e obter resultados lucrativos é 19 vezes mais provável. Mas, e como ficam os negócios?

E como o Business Intelligence (inteligência de negócios, em tradução livre) pode te ajudar com isso? Permitindo que sua empresa, utilizando-se de técnicas, metodologias e filosofias de conduta, possa alterar padrões que já não fazem mais sentido para um desenvolvimento rentável.

O BI aplica os dados coletados, que podem ser apurados e assimilados de forma a compreender de maneira mais assertiva o público com o qual sua marca interage. Quem são suas personas, o que elas desejam, quais são seus hábitos e como podem ser impactadas da melhor maneira?

“Os dados brutos precisam ser refinados e trabalhados a fim de gerar valor, para que, atuando como Data Driven Design, possibilitar o desenvolvimento de soluções específicas, e assim, de forma ágil e assertiva, encontrar soluções para os problemas de negócio do mundo real.” É o que diz o Engenheiro de Dados da Flip, Cristiano Falinácio.

Ter tudo isso bem definido é imprescindível e possibilita que a comunicação se torne cada vez mais personalizada. Ainda assim, e apesar de parecer contraditório, é essencial que ela seja genérica, pois precisa a marca precisa dialogar com milhões de pessoas.

A empresa é tratada como um todo. Financeiro, operacional, vendas, marketing… Os números são coletados, gravados, classificados e oferecem embasamento para tomadas de decisões positivas em cada setor.

O processo de Business Intelligence funciona assim:

  • Coleta de dados e organização;
  • Análise e visualização;
  • Compartilhamento e monitoramento;
  • Suporte nas tomadas de decisões;
  • Decisões baseadas em fatos;
  • Mensuração de desempenho passado;
  • Planejamentos futuros;
  • Entregar informação de qualidade para a pessoa certa no momento preciso.

O mercado e a inteligência de negócios

Business Intelligence é um conceito que pode (e deve) ser implementado no seu negócio. Sim, é necessário utilizar um software. Porém, o que faz efeito real não é a ferramenta, mas a adoção de uma cultura que busca sempre analisar as informações numéricas para o direcionamento ou redirecionamento de ações concretas.

Ao colocar no sistema os dados coletados em vendas, gastos, custos, investimentos e retornos, assim a tomada de decisões se torna mais eficiente. É importante ter em mente que não dá pra “fazer gambiarra”, inserindo esses elementos de qualquer forma. Os números devem ser confrontados para a obtenção de informações tangíveis e, então, compartilhados com todas as pessoas envolvidas com cada processo. 

Melhore a experiência do seu cliente através dos dados

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O que você acha do feeling?

Não se pode mais se deixar guiar pelo “feeling”, por achismos. Aqui, o embasamento é crucial, porque oferece evidências tangíveis. Passado e presente são as bússolas perfeitas para não se errar no futuro, tornando possível conceber melhores planejamentos a curto, médio e longo prazos.

O BI conecta todo um conjunto de técnicas e conceitos para que as informações sejam coletadas e organizadas de forma coerente para, então, serem analisadas, permitindo que decisões sejam tomadas de forma realista. Você entende os números e conta com mais acertos nas tomadas de decisões. É capaz de ver a empresa como ela realmente é, o que diminui riscos, custos e controla melhor o desenvolvimento do negócio, engajando mais pessoas e melhorando investimentos.

As organizações orientadas por dados não crescem linearmente como acontece, normalmente, em empresas tradicionais. Ao contrário, propagam-se exponencialmente. Aprimora-se a velocidade na obtenção de bons resultados.

Usando KPI’s para avaliar os processos

Nem toda campanha ou atualização de produto atingirá seus objetivos. No entanto, poder monitorar o desempenho em relação a essas metas, seja ele bom ou ruim, cria um rico ambiente de aprendizado.

Com o Key Performance Indicator (indicador-chave de desempenho, em português), aliás, as equipes não precisam mais esperar pelo final de um trimestre ou de um projeto para tabular os resultados.

Rastreando KPIs, sobretudo em um painel de KPI em tempo real, pode-se perguntar “o quê”, “por quê”, “como” e “quando” sempre que for necessário. Este processo torna o aprendizado de sucessos e fracassos uma atividade rotineira na empresa, não mais mensal ou semanal.

O que é medido é, também, gerenciável

A resposta para o questionamento “como caminha o negócio?” é agrupada em números claros e não fica mais escondida em planilhas, serviços e, no pior dos casos, suposições.

Os KPIs são fontes de consultas constantes para a tomada de decisões. É possível medir cada etapa dos processos da empresa, identificando onde estão os gargalos e as oportunidades, capacitando tomadas de decisões rápidas e positivas. Não é mais necessário elaborar relatórios imensos e ficar analisando dados e mais dados.

Big data para ações estratégicas

As organizações não estão sofrendo com a falta de dados. A realidade é que a maioria das companhias contam com copiosas informações para a tomada de decisões criteriosas. Entretanto, os dados são mal gerenciados e explorados.

Pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) consideram a cultura data driven como a base da sua pirâmide, o que consiste não apenas em dados bem gerenciados, mas também em um firme compromisso dos líderes de se tornarem impulsionados por eles.

Não existe uma regra de negócios, uma receita. Os dados estão boiando por aí, a todo momento sendo gerados. A cada passo que damos, estamos produzindo dados – de comportamentos, costumes, necessidades…

A big data, suposições e realidades

A empresa que coleta essas informações no oceano da big data e transforma isso em visualização estratégica, está mais preparada para o futuro. E o futuro é amanhã, não daqui a dez anos. Se o negócio tem a capacidade de interpretar os dados de uma maneira inteligente e assertiva, as chances de sucesso são largamente ampliadas.

A abundância de dados disponíveis deve ser tratada e interpretada para que serviços e produtos sejam desenvolvidos com base em fatos, não em suposições.

Quais são as perguntas?

É possível extrair perguntas através dos números. Onde investir o orçamento? Quanto mais estratégia você aplicar e quanto mais questionamentos puder responder, melhor será para o seu negócio.

Em outras palavras, sua marca precisa dialogar com o mercado. E o big data segue alterando, constantemente, a maneira como as empresas operam e competem.

Portanto, grandes transformações levam tempo. E os maiores desafios não envolvem tecnologia, mas a cultura da empresa (alinhamento organizacional, resistência, falta de compreensão e gerenciamento de mudanças). Em outras palavras: O famoso termo “mudança de mindset”, Já ouviu falar?

Desafios para se tornar data driven

Segundo a Harvard Business Review, investir em big data tem oferecido resultados mensuráveis sobre investimentos. Mas é preciso estar atento aos seguintes pontos para levar à diante a cultura na sua empresa:

  • Regulamentação de privacidade: atenção às novas regras, como GDPR, para evitar esbarrar com sanções, multas e, em casos mais extremos, perda da licença para operar.
  • Compartilhamento de dados: uma sólida estratégia de dados tem como objetivo não manter as informações isoladas.
  • Falta de integridade de dados: a maioria das informações é mal gerenciada e explorada; é necessário melhor governança de dados.
  • Identificar a tecnologia correta: um dos principais obstáculos é encontrar um bom ajuste para o caso específico da empresa; vale a pena investir em um serviço que te ajude a encontrar os melhores caminhos.

Prova maior de que o data driven funciona são as elevadas captações de mercado realizadas pelo Google, Facebook e Amazon, por exemplo. Mas não se assuste com os exemplos citados. Mais importante do que o tamanho da empresa é o tamanho da sua vontade de mudar.

“Os dados transformados em informações auxiliam as empresas na tomada de melhores decisões, a resolver problemas, acompanhar o desempenho dos negócios, aprimorar os processos e a entender os clientes e o mercado de atuação”, assim aponta o cientista de dados da Flip, Ricardo Confalonieri.

O caminho da transformação

Por esta razão, é cada vez mais importante estruturar um projeto com base em dados e fatos. Claro que o feeling ainda conta muito, mas, em um mercado cada vez mais competitivo, cada detalhe conta no seu plano estratégico. Aliás, estratégia é a palavra do século, no ambiente dos negócios.

Aliás, se seu negócio dispor de recursos, vale a pena aplicar na contratação de uma empresa de data driven design. Ela irá te auxiliar a escolher e a operar serviços de data analytics que atendam às suas reais demandas. Entretanto, é preciso cautela, descreva muito bem quais objetivos você quer alcançar.

Conclusão

Se essa ainda não é sua realidade, então continue estudando o tema e tente ir colocando em prática suas descobertas. E, claro, conte com a Flip para te ajudar a ampliar suas oportunidades de negócios. Como resultado, você terá mais elementos para sua tomada de decisão.

Bônus

E aí, o que achou da ideia de promover melhorias com as informações que você já vem acumulando? Para começar a colocar a mão na massa, uma dica bônus da Flip para você: O Google Data Studio, uma das ferramentas mais robustas do mercado, é uma excelente opção para transformar qualquer tipo de dado em informação pertinente para aprimorar o desempenho da sua empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte.

Os dados são transformados em relatórios customizáveis, de simples leitura, além de serem atualizados em tempo real.

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